Já nos
perguntamos, alguma vez, quantas vezes nos colocamos como juízes das atitudes
ou opiniões das pessoas que nos cercam, tomando-nos por senhores da razão e
chegando a condenar nelas aquilo que, a nosso ver, são falhas, sem considerar
os motivos e razões que as movem?
O pior ocorre
quando, não satisfeitos com a falsa condição de juízes a que nos auto elevamos,
passamos a realçar e a relatar as falhas e os defeitos alheios, como se, ao
enfatizá-los, estivéssemos valorizando as nossas próprias virtudes.
Agindo assim,
por pura invigilância, não percebemos o mal que causamos a nós mesmos, pois
dificultamos a prática de noções elementares para um convívio salutar — no
ambiente familiar ou fora dele — e, em consequência, facilitamos o surgimento
de conflitos.
Nesse ponto,
perdem-se as noções de caridade, perdão e tolerância para com o semelhante;
esvai-se a humildade quando nos julgamos em suposta superioridade;
desperdiça-se a oportunidade da sadia prática do silêncio diante das
deficiências alheias e, por fim, sobrevém a pior das consequências: a perda da
razão.
Se podemos fazer
o bem ao nosso próximo — ao menos deixando de julgá-lo — façamo-lo. A prática
do bem enche de amor o nosso coração, leva-nos a pensar nos outros antes de nós
mesmos e, por certo, faz-nos mais felizes.
Firmemos, em
amor, esses bons propósitos, e estaremos mais aptos a receber, em nosso
benefício, as poderosas forças sejam do GADU, de Deus, dos bons espíritos etc.
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*Mateus 7:1-14 Jorge Luiz
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